quarta-feira, 19 de março de 2014

O que fazer quando seu guia te faz passar vergonha?

Vergonha

A situação não é rara: um engasgo na hora de cantar um ponto, um tombo na hora do bodoqueio, um bocejo incontrolável fora de hora. É quase certo que você, irmão umbandista, ou já passou por isso, ou já viu alguém passar. Essas situações são comuns no início do desenvolvimento, mas devem sumir conforme a sintonia mental entre aparelho e guia for se solidificando. Entretanto, por vezes acontece. E aí, o que fazer? Acredito que a primeira e mais importante é uma auto-análise detalhada. O que houve? Eu me preparei corretamente para esta sessão? Cumpri todos os meus preceitos? Estava concentrado para emprestar a matéria ao guia? Estava isolado do mundo exterior? Deixei que a vaidade tomasse conta? Na grande maioria dos casos, essas perguntas revelarão com alguma certeza o que deve ser corrigido. É muito frequente que os preceitos mais essenciais acabem caindo e esquecimento, porém negligenciá-los pode atrapalhar – e muito – o bom trabalho espiritual. O medianeiro deve se apresentar para o trabalho descansado (ao menos tendo dormido na noite anterior), com uma alimentação correta (comidas muito pesadas e/ou o jejum prolongado são causa de muitos problemas durante uma sessão), higiene mental e física (incluído aí o banho de descarrego) são detalhes que, se esquecidos, certamente cobrarão caro na hora da gira. Agora, se após uma auto-análise você realmente não encontrar nada que pudesse ter sido melhor, então é hora de se sentar com o guia chefe da casa, pois pode haver algum desequilíbrio energético mais profundo a ser tratado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário